Um cubano na posse de Obama: desafios da poesia contemporânea

Para que banir os poetas do império se o império pode usá-los para seus próprios fins? Usá-los para fazer passar por cima dos crimes do império, para fingir respeito para com a humanidade, para poetizar a ideologia do império. O poema de Blanco “Um Hoje” é um poema do excepcionalismo americano e do excepcionalismo imigratório – de “um império” construído por muitos colonizadores (colonos) em terras nativas. Lá está o poema, Senhor Presidente, lá está ele, pronto para o USO.