Sobre Henri Deluy

Nasceu na cidade de Marselha em 1931 e vive em Val-de-Marne, nas proximidades de Paris. Ativo divulgador da poesia que circula no mundo, é diretor da revista Action Poétique desde 1955, que acaba de lançar seu número 205. E fundou, em 1990, o Festival “Biennale Internationale des Poètes en Val-de-Marne”. Traduziu, só ou em colaboração, poemas de portugueses (Pessoa, Adilia Lopes), do tcheco (Jaroslav Seifert), de espanhóis (Saül Yurkievich, Reina Maria Rodriguez), de russos (Alexandre Tvardosky, Marina Tsvétaïeva, Anna Akhmatova, Maïakovski), do grego (Constantin Cavafy), e alguns outros. Sua poesia está traduzida em diversas línguas, inclusive no Brasil, e ele é um importante representante da poesia contemporânea francesa. Trabalha com imagens, em movimento (e contramovimento), em uma mistura de sabores, cores e texturas: uma circulação de geografias no tempo. Publicou inúmeros livros de poesia, sendo alguns mais recentes: Premières suites, Flammarion, 1991. Je ne suis pas une prostituée, j’espère le devenir, Flammarion, 2002. Les arbres noirs, Flammarion, 2006. Au blanc de neige, Éditions Virgile, 2007.

Os oitenta anos do poeta francês Henry Deluy

O poeta Henri Deluy nasceu na cidade de Marselha em 1931 e vive em Val-de-Marne, nas proximidades de Paris. Ativo divulgador da poesia que circula no mundo, é diretor da revista Action Poétique desde 1955, que acaba de lançar seu número 205. E fundou, em 1990, o Festival “Biennale Internationale des Poètes en Val-de-Marne”. Traduziu, só ou em colaboração, poemas de portugueses (Pessoa, Adilia Lopes), do tcheco (Jaroslav Seifert), de espanhóis (Saül Yurkievich, Reina Maria Rodriguez), de russos (Alexandre Tvardosky, Marina Tsvétaïeva, Anna Akhmatova, Maïakovski) e alguns outros.