Mário de Andrade e Álvaro de Campos: Uma Identidade

No meio do caudal que jorra da torrente sensacionista de Álvaro de Campos, no início de um pequeno verso (o 41º) do poema “A Passagem das Horas”, surge a revelação e o estímulo para um entendimento de Fernando Pessoa, o seu retrato psicológico em que se consubstancia a sua heteronímia. “Multipliquei-me para me sentir “. […]