China no topo do ranking da morte

Sem dados disponíveis, a Anistia estima que a China tenha levado a cabo milhares de execuções no ano passado, adotando os métodos de injeção letal e fuzilamento, e mantendo os crimes econômicos como motivo para condenação com a pena capital – contrariamente ao estipulado no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (PIDCP), que admite a sentença de morte “para os crimes mais sérios” de acordo com as leis em vigor nos países signatários, embora apelando à sua abolição. O tratado internacional foi assinado pela China, ainda que não tenha sido até aqui ratificado.