Poemas de Rita Dahl

À noite barulham os tambores do longe. Os foguetes ecoam como cada dia fosse uma festa. Os jóvens correm pela mesma Estrada talvez para a cidade, às festividades, o barulho dos tambores. O cão insistente ladra ao outro oú esperando um outro. As mascaras caem finalmente no chão. O grilo duma nota tira a serenata mais alargada da noite. Depois de ter apagado a última luz atrás da parede oú no telhado, o turno da noite do insecto.