Sobre Thérèse Bachand

Nascida em Oakland, Califórnia, em 1953, é poeta e consultora de política social. Cresceu em uma grande família de sete filhos; seu pai, de origem franco-canadense, foi um advogado e, mais tarde, juiz de direito. Sua mãe, uma professora de escola, manteve laços estreitos com amigos que viviam em um convento nas proximidades. Bachand fez o Cowell College em Santa Cruz, Califórnia, onde estudou com o grande pensador Norman O. Brown. Ela se mudou para Marin em 1975, onde trabalhou primeiro como faxineira, e depois como técnica de continuidade no filme Black Stallion.

Sibila, lugares contemporâneos da poesia: Thérèse Bachand

THÉRÈSE BACHAND, nascida em Oakland, Califórnia, em 1953, é poeta e consultora de política social. Cresceu em uma grande família de sete filhos; seu pai, de origem franco-canadense, foi um advogado e, mais tarde, juiz de direito. Sua mãe, uma professora de escola, manteve laços estreitos com amigos que viviam em um convento nas proximidades. Bachand fez o Cowell College em Santa Cruz, Califórnia, onde estudou com o grande pensador Norman O. Brown. Ela se mudou para Marin em 1975, onde trabalhou primeiro como faxineira, e depois como técnica de continuidade no filme Black Stallion.

Em 1983, Bachand e sua família se mudaram para Los Angeles; seu foco principal era criar as duas filhas. Trabalhou como voluntária em pré-escolas. Em 1996, ela também trabalhou como voluntária no Centro de Artes Literárias da Califórnia chamado Beyond Baroque.

Being A Very Small Place

Whiteness of memory lost. Feeling orderly I enter a bus.

A pomegranate has three hundred and sixty five seeds, Hasmik said.

A quiet inset of pane souled into building. Mortuary air.

A well sutured tree, arboreal indolence, increases urban gait.

A word hinged into another breaks water or pours sand/a picture.

After fall back, starlings roost, bushes carved in song. Sun slicing eye’s length.

After fall back, starlings roost, bushes carved in song. Sun slicing eye’s length.

Don’t Ask Me What I Do Exactly

When I sat down and tried to imagine a text between the seams of both portraits and cinema, two friends influenced me. Elizabeth Willis had written a manuscript called Turneresque – poems based on “B” film noir movies. Diane Ward had crafted a chapbook entitled A Portrait of Myself As If Through My Own Voice, a text of self-portraiture exacted under unimagined circumstances. I began to visualize a portrait of selves as written through movies.