A MORTE IGNORADA DE VALÊNCIO XAVIER

De todos os livros de Valêncio onde, de modo singular, único e insubstituível, a intervenção gráfica era o seu estilo & estalo e a sua mais insolente maneira de criar, prefiro o Mez da Grippe.  A meu ver, um autêntico clássico contemporâneo, ao lado apenasmente do “Catatau”, de Paulo Leminski, e de Galáxias, de Haroldo de Campos.