Um philosopho me conta historinha de carocha muito triste e que me brocha: Na floresta, elle a uma tonta “estudanta” faz de compta que discursa e, la pras tantas, se appaixona. Si te encantas com tal peta, não sou brando: Eu rhetorica não ando apprendendo com as antas! Excaldado estou com essas taes “gerentas” e, si aguentas tanta asneira pelas ventas, te consola com taes peças! Tolerancia não me peças, todavia, com quem tantas obras tem que nada sanctas são, mas “arte” pro seu bando! Eu rhetorica não ando apprendendo com as antas! Si te casas com alguma fada e gozas quando a embuchas, eu prefiro com as bruxas me casar, ou com a pluma! Mas com anta só se arrhuma confusão mental! Ah, quantas dellas se acham “militantas”! Não as quero no commando! Eu rhetorica não ando apprendendo com as antas! Agora por qualquer coisa se appella aos foros da Justiça! Pois tambem eu quero recorrer! Para a querella chamei meu defensor e lhe fui bem explicito: um processo contra aquella selecta Academia que me tem de fora, quando eu quero estar é nella! Meresço ou não meresço? Então me vem o practico advogado e diz na latta: “Seu Glauco, o senhor nisso não tem nem a minima chancinha! Causa ingrata, a sua!