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Impacto

Falas dos leitores e repercussão.

Meio milhão de acessos

Parabéns pelo sucesso da Sibila. Meio milhão é uma grande conquista.

Antonio Miranda
 

Sibila eletrônica, lançada em agosto de 2006, de modo amador, com quase nenhum recurso financeiro, alcançou, agora, em julho de 2010, a marca de meio milhão de acessos. Como não foi criada para disputar índices de audiência na blogosfera nem concorrer com outros websites, a cifra pode ser considerada expressiva.

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Caros editores,

A Sibila pegou na veia. Chico Xavier foi, pelo menos, um “inventor”, para usar a classificação de Ezra Pound. O ambiente poético local está repleto de “psicografias” de décima categoria, inclusive, de “críticos literários”. Acho que há um poeta – desculpem-me, são tantos, se não me falha o nome – Paulo Daniel, que é o rei da psicografia, a mais barateada da praça. Recebe “espiritinhos”, que redigem seus “poemas”, tremulamente.

Candido Ferreira
 

Caro Ronald,

Saudades do Chico Xavier, tão menosprezado pela inteligenzia nacional. Um fenômeno paranormal daqueles, não é levado a sério pelos brasileiros cultos. Um cara cuja grandeza certamente ultrapassou a capacidade tupiniquim de absorvê-la. E, quanto à homofobia, enquanto países do Mercosul votam leis que permitem o casamento homossexual, o povo moreno, em Brasília, se prepara para proibí-lo por aqui. 

Jorge Luiz Dos Santos
 

Caro Editor,

O filme, ou o que fizeram criando uma personagem cinematográfica baseada no Chico, tem uma dimensão técnica , mas não é possível comparar o artefato com o ser humano, são dois universos de naturezas diferentes, um é ficcional, outro não. Nem é possível reduzir o Chico a uma figura simbólica, ele é mais que isso, não importa que filme seja feito, ou o que se comente da sua história. Quantos ditos homens públicos brasileiros merecem como ele nosso respeito? 

Karen Assis
 

Caro Editor,

Bricando de ombudsman: li o texto do Ronald Augusto sobre Chico Xavier. Quando ele fala do filme, ok, mas quando fala de Espiritismo, passa a impressão de que não leu (pelo menos com a devida atenção) a obra de Allan Kardec. Não sou espírita (não sou nada), mas sei que Espiritismo não é religião e que essa doutrina responde facilmente ao questionamento de Ronald sobre o por que Chico não "recebia" espíritos de celebridades. Com relação ao filme, dá até pena avaliar essa peça como "cinema", eu chamaria de entretenimento de homenagem póstuma, algo assim, com sua técnica plenamente adaptada ao público alvo.

Flávio Pereira
 
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