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De gravata e unha vermelha

gravataSinopse

O documentário cria uma vertigem a partir dos jeitos que cada um encontra de se respeitar na construção do próprio corpo. Pulveriza o binarismo de gênero. No mundo contemporânea, a própria sexualidade é escolhida: homens se tornam mulheres, mulheres se tornam homens, é possível brincar com a roupa e a aparência vai adquirindo contorno inusitados. Dudu Bertholini, que se define como gender fucker. com seus cafetans, é o âncora. Assim, são entrevistados: Rogérial, Ney Matogrosso, Laerte, Bayard Tonelli, Mel (Banda Uó), João Nery, Walério Araújo, Johnny Luxo, entre tantos outros.

Entrevistados

  • Dudu Bertholini
  • Laerte
  • Rogéria
  • Ney Matogrosso
  • Elke Maravilha
  • João Nery (primeiro transexual brasileiro)
  • Johnny Luxo (clubber e DJ que teve grande importância nos anos 90)
  • Candy Mel (da Banda Uó)
  • Letícia Lanz (presidente da Associação Brasileira de Trânsgênero)
  • Eduardo Laurentino (designer de chapúes)
  • Walério Araújo (estilista de drag-queens)
  • Leo Moreira Sá (do mundo do teatro e ex-Mercenária)
  • Dudda (“monta” homens que se vestem de mulher)
  • Bayard (ex-Dzi-Croquete)
  • Tais Gomes (aguarda cirurgia)
  • Bianca Exótica (hostess na noite paulistana)
  • Samantha (também da noite paulistana)