Sibila, lugares contemporâneos da poesia: Ko Ko Thett

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A poesia feita hoje no Brasil sobrevive em circuitos meio provisórios e precários. Muitas vezes, em razão disso, ela se torna divulgadora do estrangeiro e do internacional, sem mediação crítica ou histórica, sem projeto. A série “Lugares contemporâneos da poesia”, da Sibila, visa, em parte, a fazer alguma mediação, com caráter investigativo, acerca desse fenômeno de deslocamento das literaturas nacionais. Poetas e seus poucos leitores formam, estranhamente, “uma comunidade de pessoas que nada têm em comum”.Tratando-se mais, como caracteriza Mario Perniola, “de um aglomerado de mal-entendidos, um concerto de equívocos, uma convergência efêmera de interesses”. A Sibila tenta ter alguma clareza sobre o tema, indagando os autores e buscando seus contextos. Vamos agora ao poeta burmense KO KO THETT.