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Beyoncé ou o espelho opaco de Tina Turner

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You Know You're Right

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Francis Ponge e sua mesa

Não será percorrendo as vias dos homens ilustres que encontraremos, na virada do século XIX na França, um poeta que nunca se reconheceu entre os surrealistas, poetas de vanguarda que passaram a ocupar, pouco tempo depois, a cena literária.

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O trabalho da artista plástica Dione Veiga Vieira

Dione Veiga Vieira é artista plástica com formação no curso de Letras pela PUC-RS. Possui especialização em Artes Plásticas: Suportes Científicos e Práxis. De 1989 a 1992 viveu em Colônia, na Alemanha, onde manteve Atelier de Arte na associação "STADTKUNST E.V. Köln". Vive atualmente em Porto Alegre, onde trabalha com instalações, objetos, esculturas, fotografia, desenho e literatura.

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Micro-histoire de la création littéraire en Occident

IL’Occident, tiraillé entre ces deux modèles identitaires, conserva l’idée d’un schéma essentiel qui de l’auteur au lecteur via l’œuvre instaurait une communication, propédeutique à la procession des êtres vers le Bien suprême ou à la persuasion –en dernière instance théologique- qui, par d’autres moyens détournés, les y menait aussi, plus tristement peut-être.

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O Camus que interessa

Antes mesmo de, em meados do século XX, o nouveau roman introduzir a frieza calculada de seus narradores emocionalmente distantes, o Camus de O estrangeiro (1942) já é de uma “justeza metálica”, para dizê-lo como Julia Kristeva, em seu livro Estrangeiros para nós mesmos, comentando esta famosa abertura: “Mamãe morreu hoje, ou talvez ontem, não sei. Recebi um telegrama do asilo: Falecimento mãe. Enterro amanhã. Saudações”

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Representações da cidade de Salvador no século XVII

Todas as representações mediadas pela representação são produzidas como imagens fornecidas à imaginação dos autores pela memória dos usos socialmente autorizados dos signos. A representação é metafísica e pressupõe que o atributo do Ser divino se aplica às coisas da natureza e aos eventos da história, tornando-os convenientes e semelhantes, e, simultaneamente, diversos e diferentes.

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DE COMO PHILIP ROTH NÃO É UM ROMANCISTA BRASILEIRO

Philip Roth é um escritor americano (no sentido lato) contemporâneo, completamente contemporâneo, pois vivo. Logo, é inexoravelmente pertinente compará-lo com outros escritores americanos (idem) vivos, como Bernardo Carvalho, Cristóvão Tezza, Chico Buarque, Milton Hatoum e um abrangente etc. E a comparação é devastadora.

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The last Jeroky

Sos un lokito vengador me dijo el falso taxista y verdadero berlines cuando descendíamos con el viento de la noche lambareña. En la radio sonaba un cover de Leonard Cohen por los Damas Gratis y close to me suspiraba Surfiña , temblorosa pirimbá aún bajo los efectos de la interrupta danza y tuve que darle un poco de calma. Al dejarla nel aeropuerto dos horas después,nos despedimos como dos desconocidos personajes de un cuento aún no escrito.

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Sete vezes José Régio & sua casa

Que Régio foi apreciado e admirado por muitos escritores brasileiros é ponto assente. De Manuel Bandeira a Ribeiro Couto (que ele celebrou em comovido texto inserto no livro de homenagem póstuma ao poeta que conhecera em Portalegre em uma noite singular), de Moreira da Fonseca a Cecília Meireles (que o antologiou com palavras à sua altura de exceção), de Jorge de Lima a Graciliano Ramos.

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Alrededor de Un año, de Juan Emar

Si Juan Emar no hubiera visitado Barcelona este mes que viene, no se me habría dado la posibilidad de tener esas mínimas palabras con el autor que confirman que es preferible tener que entenderse con patos que con las olas embravecidas. Porque estamos más cerca, en tamaño, al pato que a la inmensidad del océano.

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